Diagnóstico e Saúde

16-Maio-2016 Hora 08:57   Alergologia Molecular, uma nova era no diagnóstico de alergia.

 

 

O Laboratório Médico Dra. Tânia, em parceria com o LabRede e a Thermofisher, já disponibiliza testes de alergologia molecular para Poços de Caldas e região.

 

A alergologia molecular mede a sensibilização aos componentes individuais dos alérgenos, o que oferece um quadro detalhado do perfil de IgE específica do paciente. Desta forma é possível avaliar o risco da alergia e explicar sintomas relacionados à reatividade cruzada, ajudando a melhorar a administração da doença.

 

A nova abordagem da alergologia molecular leva o diagnóstico mais longe através da quantificação dos anticorpos IgE específicos em moléculas de um alérgeno único e puro. A precisão melhorada assim obtida reforça a utilidade clínica dos testes IgE.

 

“A disponibilidade crescente de componentes alergênicos, sejam eles purificados através de fonte natural ou produzidos como proteínas recombinantes, marca o início de uma revolução no diagnóstico de alergia: a alergologia molecular. A combinação de tecnologia inovadora de biochip e pesquisa de ponta em alergologia molecular contribuíram como base do desenvolvimento do ImmunoCAP ISAC”, esclarece Janaina Menezes de Araujo, gerente de marketing da Thermo Fisher.

 

O ImmunoCAP ISAC (Immuno Solid-phase Allergen Chip) é o mais avançado teste diagnóstico in vitro para o doseamento de anticorpos IgE específicos dirigidos a componentes alergênicos. O sistema provém aos médicos um amplo espectro do perfil alergênico em nível molecular.

 

Segundo informa Janaina, o princípio do método ImmunoCAP ISAC IgE 112 é baseado nessa moderna tecnologia de biochip. Trata-se de uma plataforma de imunoensaio miniaturizada que permite o doseamento multiplex de anticorpos IgE específicos contra 112 componentes alergênicos utilizando apenas 30 µL de soro ou plasma (venoso ou capilar). Lembrando que a amostra de sangue capilar viabiliza um procedimento menos invasivo para testar crianças.

 

“O biochip é um substrato sólido em que as diferentes moléculas biológicas foram fixadas em locais separados, de forma ordenada, formando assim uma matriz microscópica. Isto permite a monitorização simultânea e em paralelo de interações biológicas com apenas quantidades mínimas de amostras e reagentes”, explica.

 

Os componentes alergênicos imobilizados num substrato sólido (lâmina) reagem com os anticorpos IgE específicos presentes na amostra do paciente. Após lavagem dos anticorpos IgE não específicos, é acrescentado anticorpo IgE anti-humano marcado com fluorescência para formar um complexo. Após incubação, os anticorpos IgE anti-humanos não ligados marcados com fluorescência são removidos através de uma etapa de lavagem. O procedimento é seguido pela medição da fluorescência utilizando um scanner de microarrays adequado. “Quanto maior for o valor de resposta, mais anticorpos IgE específicos estão presentes na amostra”, complementa Janaina.

 

Os resultados do teste são analisados com o software Microarray Image Analysis (MIA), da Phadia, e são calculadas unidades padronizadas ISAC para IgE específicos (ISU-E).

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