Diagnóstico e Saúde

27-Novembro-2014 Hora 07:38   Novo Exame - Tiopurina Metil Transferase - TPMT (Azatioprina)

 

 

O Laboratório Médico Dra. Tânia informa que já está disponível para seus clientes e parceiros o exame Tiopurina Metiltransferase – TPMT (Azatioprina).

 

A Tiopurina S-Metiltransferase (TPMT) é uma enzima que catalisa a metilação de medicamentos com tiopurina, tais como 6-mercaptopurina e 6-tioguanina, dois agentes citotóxicos, e azatioprina, um imunossupressor, e assim reduz a transformação destes fármacos em nucleotídeos tioguanina citotóxicos (TGNs), que são incorporados no ADN e/ou ARN.

 

A deficiência de TPMT resulta num aumento da conversão de fármacos com tiopurina em TGNs tóxicos. A deficiência de TPMT é causada por mutações no gene TPMT.

 

A deficiência de Tiopurina S-Metiltransferase (TPMT) é uma anomalia metabólica que aumenta o risco de ocorrência de efeitos adversos em doentes tratados com fármacos com tiopurina, particularmente de toxicidade hematopoiética.

 

Fármacos com tiopurina podem induzir diferentes efeitos adversos em doentes com deficiência de TPMT, em particular mielossupressão (leucopenia, neutropenia, anemia, trombocitopenia, pancitopenia).

 

A mielossupressão manifesta-se como fadiga, tonturas, palidez especialmente nos lábios e leitos ungueais, taquicardia, febre, calafrios, sinais de infecção, diarreia, eritema, equimoses fáceis, epistaxis ou sangramento gengival, hematúria, hematoquezias ou hematemeses e petéquias.

 

Pacientes com deficiência de TPMT tratados com doses usuais de AZA apresentaram níveis altos de 6-TGN. As variações enzimáticas individuais da TPMT determinam a concentração dos metabólitos, e esses determinam a eficácia e os efeitos adversos. Estudos têm demonstrado uma relação de reciprocidade entre a atividade eritrocitária da TPMT e os níveis de 6-TGN eritrocitários, reforçando que a monitoração dos níveis de 6-MMP e 6-TGN intra-eritrocitários pode ser usada para individualizar a terapia.

 

O diagnóstico é baseado na medida da atividade da TPMT nos eritrócitos e na genotipagem para a deteção de mutações no gene TPMT. Em doentes que receberam transfusões de sangue, tem sido sugerido que a atividade da TPMT deve ser medida, pelo menos, 120 dias após a transfusão, a fim de evitar a interferência do sangue do doador. O rastreio para a deficiência da TPMT é recomendada também na pré-avaliação dos doentes que necessitam de terapia medicamentosa com tiopurina.

 

Para maiores informações sobre este exame entre em contato com um de nossos colaboradores.

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