Diagnóstico e Saúde

2-Agosto-2014 Hora 07:27   Novo Exame - PCR para Chikungunya

 

 

O Laboratório Médico Dra. Tânia informa que já está disponível para seus clientes e parceiros o Exame PCR para Chikungunya.

 

Ainda pouco conhecida pela população brasileira, a Febre Chikungunya é uma doença viral parecida com a dengue e é transmitida pelo mosquito Aedes, muito comum na África.

 

Nos últimos anos, inúmeros casos da doença foram registrados em países da Ásia e da Europa. Recentemente, o vírus chikungunya foi identificado em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa, país latino-americano que faz fronteira com o estado do Amapá. Além disso, o vírus se espalha por meio de viagens de indivíduos infectados entre as regiões onde existem os mosquitos Aedes suscetíveis a perpetuação da transmissão.

 

Diante disso, o Brasil tem uma grande suscetibilidade para propagação do vírus, devido à existência do Aedes Aegypti e Aedes Albopictus, tornando necessária uma política de implantação e aprimoramento das ações de vigilância.

 

O período de incubação do Chikungunya gira em torno de 10 dias, sendo que 3 a 28% das pessoas com anticorpos antiChikungunya apresentam infecção assintomática, contribuindo também para a propagação da doença. Na fase aguda, a característica principal é a febre de início súbito, maior que 39 graus, associada a dor articular intensa. Podem ocorrer, ainda, cefaleia, dores nas costas, mialgia, náusea, vômitos, poliartrite, erupção cutânea e conjuntivite.

 

A febre dura poucos dias, no máximo uma semana. Sintomas articulares costumam ser simétricos, acometendo mão e pés, podendo afetar articulações mais proximais. Edema e tenossinovite (inflamação do revestimento da bainha que circunda um tendão - o cordão que une o músculo ao osso) também podem estar associados. Exantema (erupção cutânea) normalmente ocorre de dois a cinco dias após o inicio da febre em quase metade dos pacientes.

 

Pode ocorrer, ainda, eritema difuso (uma coloração avermelhada). VHS (Velocidade de Hemo-Sedimentação) e PCR (Proteína C-Reativa) elevados acompanham a doença. Em crianças, lesões vesículo-bolhosas estão entre as manifestações mais comuns.

 

Na doença subaguda e crônica, o paciente apresenta uma melhora no estado geral e dor articular. A doença crônica é definida pela persistência dos sintomas por mais de 90 dias. Sintomas articulares e reumatológicos podem durar meses. Por isso a doença ganhou o nome chinkungunya, expressão que no dialeto Tanzanês significa aquele que se dobra.

 

Recidiva pode ocorrer associada à poliartrite distal, exacerbação da dor em articulações e ossos previamente acometidos, além de tenossinovite hipertrófica em punhos e tornozelos. A artralgia inflamatória nas mesmas articulações afetadas durante os estágios agudos costuma ser o sintoma mais comum, sendo que alguns indivíduos podem desenvolver artropatia/artrite semelhante a artrite reumatoide ou artrite psoríatica. Síndrome de Raynaud, astenia e fraqueza podem acompanhar essa fase da doença, além de cansaço e depressão.

 

Alguns estudos na África do Sul mostraram que de 12 a 18% dos pacientes terão sintomas persistentes de dezoito meses a três anos. Outros estudos mais recentes na Índia indicaram a proporção de pacientes com sintomas persistentes, entre dez meses após o início da doença, em torno de 49%.

 

Idosos, neonatos e portadores de doenças oesteoarticulares prévias são considerados como pacientes de risco. Pessoas com idade a partir de 65 anos tiveram uma taxa de mortalidade 50 vezes superior quando comparado ao adulto jovem. Uma vez exposto ao Chikungunya, indivíduos poderão desenvolver uma imunidade duradoura que os protegerá contra uma nova infecção.

 

Para maiores informações acerca deste exame entre em contato com um de nossos colaboradores.

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